Uruk apresta-se para celebrar o regresso do glorioso GilgameshMais suas hostes e os ilustres dignatários e dignatárias de Nippur
Entre os quais estão mais três oficiais do Templo de Inanna dessa
Uma cidade que também tem três templos maiores e mui respeitada
Igualmente eleitas a completar o séquito oficial do Templo de Shara
E seis será o seu colégio mas uma delas escolhida mestra entre todas
Que representará o templo perante outros templos e decidirá as Leis
As aplicará e falará por todas nos actos públicos a quem as assistentes
Farão compromisso de fidelidade e obediência e respeito e interpretação
E exercitarão as pupilas aprendizes na iniciação dos misteres do templo
Cujo nível é imediato ao Templo de Inanna que ao de Shara tutelará
E ambos fiéis ao Templo de Arina, Aquela que é Deus entre os deuses
Porque assim é a Lei como as luas seguem os planetas e estes o Sol
Estrela e centro e Ordem do Universo e assim será a Ordem de Uruk
Que sob o comando de Gilgamesh conquistou Kish e se fez par de Ur
Os dois impérios do crescente fertilizado pelo Tigre e pelo Eufrates
Fronteiras da civilização e da sabedoria entre os quais os homens
São livres e cultos e tementes A Deus e seus escravos os seguem
Imitam em tudo e os seguem na fidelidade que lhes é sagrada
Como sagrada para nós é a soberania de Gilgamesh na trindade
E este venera e adora Shara que adora Inanna que adora Arina
E assim é a Lei e assim será cunhada nas tábuas que a ditam
Tal como no Plano se ilustram agricultores e pastores e dignatários
Porque o escriba segue a Lei e é seu arauto e provedor e intérprete
Como o serão homem e mulher em cada família e em cada lar.
É conhecido que de Eridu a Hadyi Mohammed e deste a El Obeid
E nelas está escrito que um dia de glória se celebrará da volta sã
Essa é a certeza que A deusa nos conta sobre a vontade de Arina
Nesta Lua Nova, sexta-feira, dia treze do oitavo mês
Mas esta esquina é a mais frequentada da cidade desde cedo
Foi a principal prova do poder e gratidão de A Deus entre nós
"O persa – tão zeloso em rejeitar
Divindade do fogo, cor da energia tomada em seu supremo ser
Conta-me, que não renego meu ser guebro no seio e luz dos parsis!
Dolorosa lição essa, e só se imagina visando o firmamento
Por cada vez que o poema se esgarça, e rompe
Que esse astronauta cruzador feito nome primeiro
Ao luar, entre as diatribes da luz
Exagero requerido de poemas a dançar
Estendidas sobre toalhas das praias e areais
Pois bem: a essas flores, oriundas das cascatas
Três vezes sete foram as loucuras
Sete pra ti, sete pra mim, e outros tantos
Trago a trago apreciado mandamento
Duas vontades unidas por um só fim
Arina, rainha dos astros e sóis
Dez dedos que são os nossos
Comunhão do poder entre géneros











Receber-me quando dou