Sejam as palavras ditas para além do mal e do bem As que o escriba ouve, o escriba dá, o escriba tem!
A aventura das palavras... das palavras... as palavras... as palavras

São o chão em chamas onde as lavras
terça-feira, dezembro 24, 2013
quarta-feira, dezembro 18, 2013
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terça-feira, dezembro 17, 2013
quarta-feira, dezembro 04, 2013
NO DESAMANHECER, A ESPERANÇA
Recostado na soalheira sala
À espera do lusco-fusco
Cusco a rua a soprar o sol
devagarinho.
E tenho marcada escala
Nessa espécie de fera
Tornada guardião etrusco;
Mas nisto, a nua espera
Que quer montar seu destino
Cavalga agora uma doce quimera
De ouvir-te a voz novamente…
Que até pode ser um som sem nada
de gente.
Até pode ser uma saudação
insignificante.
Posto que, para mim, será sempre
um hino!
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segunda-feira, dezembro 02, 2013
domingo, dezembro 01, 2013
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sábado, novembro 30, 2013
REPENTINO DESPERTAR
Não haverá dias
frios
Se o sol da memória
Se içar das apatias
E criar novas
histórias.
Nem mesmo sombras
pueris
De brocados
desfiados
Nos gestos cruéis
ou vis
Dos perdidos e
magoados.
Porque bem mais que
a dor
Pode o sentido da
gente
Que desperta muito
amor
Todos dias… e de
repente!
sexta-feira, novembro 29, 2013
quinta-feira, novembro 28, 2013
DO MÉRITO DAS
PALAVRAS
Tenho palavras
urgentes sob a língua ardente
Como gritos
nascidos dum verbo humedecido,
E cada qual cala a
míngua de sal fulgente
Que outros verbos têm
apenas por ter nascido…
Um deles está em ti
como tu estás sempre em mim.
Porém, de tanto beijá-las
por dentro e por fora,
Algumas há (livres)
que se soltaram e fugiram enfim
Para estarem todas sempre
contigo como agora!
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quarta-feira, novembro 27, 2013
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terça-feira, novembro 26, 2013
SOALHEIRO GÉLIDO AMANHECER
É a voz a derramar-se no gesto
Como delta de sentidos sentidos,
Emoções que deflagram no resto
Desse ser que só é nos sustenidos,
Tónicas auroras, lilases, cintilantes
Ante os ecos dos sonhos de antes…
Se acordados desacordam febris
Nata de cânfora no néctar dos dias,
Que mais que as manhas e demais ardis
Ardem gelados nas manhãs frias.
quinta-feira, novembro 14, 2013
Quando somamos o tempo ao modo
E dizemos à sombra para nos esperar,
Temos da parte, não a parte mas o todo
E do todo não tudo, mas aquele estar
Dum quase que ficou repleto e gordo
Como um verbo que não cabe em si mesmo
E se conjuga distante, inábil e a esmo…
Às vezes, por tudo e por nada, assim
Em qualquer frase de ações imperfeitas,
Bate os pés, faz brindes sem tchim-tchim
E tilinta como moeda descendo estreitas
Escadas; depois, para de impulso e supetão
A dizer que não quer porque sim, e até porque não.
segunda-feira, julho 29, 2013
CONJUGAÇÃO NO IMPERATIVO PERFEITO
Ao
acordar me espreguiço,
Desenleio
dos sonhos o ser,
E
ponho no gesto o viço
De
um renascido viver.
Me
sacudo das ilusões
Que
esta noite me criou,
Na
solidão das solidões
Onde
sonhei ser o que sou.
E
sou apenas o que me digo,
Ou
de mim escolhi dizer:
Sou
o verbo amar contigo
–
Incondicional acontecer.
OPÇÃO ÚNICA
Se
me conto, te afago;
se
te afago, me escolho,
que
a alma nos é um trago
de
nosso próprio molho.
A
nossa essência de ser
é
a palavra escolhida,
e
onde até para dizer
somos
uma opção de vida.
Nos
dizemos sendo mais,
nos
afagamos pouco a pouco,
para
nos sermos iguais
–
gemido profundo e rouco.
sábado, julho 27, 2013
O
DESTINO SE ESCREVE DE ACASOS
Inanna,
a grande mãe, que a humanidade traduziu
E
avó lhe chamou em tantas línguas se diz amor
Que
só de dizê-lo todos nos sentimos muito melhor…
Uns,
porque no ritual da fala até se explicam outros
Como
estes assim ditos se preenchem em seu vazio,
Na
seda se tecem da teia de seu próprio e mesmo fio.
E
pese embora, esse meigo e infinito enleio, há encontros
Que
nos desencontros se entretecem desígnios de astros.
quinta-feira, julho 25, 2013
quarta-feira, julho 24, 2013
HIP-HIP-HUUAAA!!!...
Ergamos nosso ideal
Num tchim-tchim de tradição,
Que isso de ter real
Também traz obrigação:
Orgulho de celebrar
A amizade filial,
Companhias do remar
Na navegação social.
****
E contra ventos e agouros,
Contra azares ou vilanias,
Seremos exemplos vindouros
Em rodeios e academias.
Estaremos também presentes
Em toda e qualquer eleição,
Que a vida de nossas gentes
Carece de sagaz solução
Em resoluta harmonia
E alvorouço de prontidão,
Que a honra se faz dia-a-dia
Na luta pela emancipação.
Que a vida é um vira de virá,
Aqui e em toda a parte – hip-hip-hhuuuááá!!...
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terça-feira, julho 23, 2013
SERÔDIO ME DEMORO
Orlando as ondas da
expetativa
Que escutam a
espera do omisso visto
Eis-me condomínio
sob a mirada insistente
Uma oitava acima do
germinado silêncio...
Ouço o olhar
ouvindo o ósculo redondo
Na ousadia
ontológica oscilando osci osci
Lando ando ando entre
a mirada do outrora
Agora na ágora do
verbo doce se consente
Ocluso e respirado
ao desmaio da cor
Onde breve e
determinado cruzo o ócio
Repouso a mão no meigo
e condoído olhar
Ou penumbra da voz
ao osso dos tempos
Que remói no voo do
eco a onda da demora
O som soa
E sou!
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