Sejam as palavras ditas para além do mal e do bem As que o escriba ouve, o escriba dá, o escriba tem!
A aventura das palavras... das palavras... as palavras... as palavras

São o chão em chamas onde as lavras
sábado, novembro 30, 2013
REPENTINO DESPERTAR
Não haverá dias
frios
Se o sol da memória
Se içar das apatias
E criar novas
histórias.
Nem mesmo sombras
pueris
De brocados
desfiados
Nos gestos cruéis
ou vis
Dos perdidos e
magoados.
Porque bem mais que
a dor
Pode o sentido da
gente
Que desperta muito
amor
Todos dias… e de
repente!
sexta-feira, novembro 29, 2013
quinta-feira, novembro 28, 2013
DO MÉRITO DAS
PALAVRAS
Tenho palavras
urgentes sob a língua ardente
Como gritos
nascidos dum verbo humedecido,
E cada qual cala a
míngua de sal fulgente
Que outros verbos têm
apenas por ter nascido…
Um deles está em ti
como tu estás sempre em mim.
Porém, de tanto beijá-las
por dentro e por fora,
Algumas há (livres)
que se soltaram e fugiram enfim
Para estarem todas sempre
contigo como agora!
Etiquetas:
NOVA RAZÃO,
Solução Dez,
Solução Doze,
Solução OITO
Etiquetas:
NOVA RAZÃO,
Solução Dez,
Solução DOIS,
Solução Doze,
Solução OITO,
Solução Seis,
Solução Treze,
Solução UM
quarta-feira, novembro 27, 2013
Etiquetas:
NOVA RAZÃO,
Solução 777,
Solução Doze,
Solução OITO,
solução QUATRO,
Solução SETE,
Solução Treze,
Solução UM,
Velha Aliança
terça-feira, novembro 26, 2013
SOALHEIRO GÉLIDO AMANHECER
É a voz a derramar-se no gesto
Como delta de sentidos sentidos,
Emoções que deflagram no resto
Desse ser que só é nos sustenidos,
Tónicas auroras, lilases, cintilantes
Ante os ecos dos sonhos de antes…
Se acordados desacordam febris
Nata de cânfora no néctar dos dias,
Que mais que as manhas e demais ardis
Ardem gelados nas manhãs frias.
quinta-feira, novembro 14, 2013
Quando somamos o tempo ao modo
E dizemos à sombra para nos esperar,
Temos da parte, não a parte mas o todo
E do todo não tudo, mas aquele estar
Dum quase que ficou repleto e gordo
Como um verbo que não cabe em si mesmo
E se conjuga distante, inábil e a esmo…
Às vezes, por tudo e por nada, assim
Em qualquer frase de ações imperfeitas,
Bate os pés, faz brindes sem tchim-tchim
E tilinta como moeda descendo estreitas
Escadas; depois, para de impulso e supetão
A dizer que não quer porque sim, e até porque não.
Subscrever:
Mensagens (Atom)