
(Esboço de Fotografia)
Há muita gente a quem...
A infância já morreu!
E do S O S dos olhos
Partem mãos dum sonho
O revés duma imagem que se esgueira.
Mas em nós nunca ela!
Sucumbirá. Um virar de página
Um sorriso, uma recusa
Uma vela que se apaga:
Mas nunca! Nunca perderemos o ar...
Sermos inocentes é um vento
Uma aguarela que nos envolve.
A morte cai-nos aos pés...
Como se chama aquela árvore
Ali, seca quase fogo?

É que no fundo, não posso perder-te
E eu sei: resoluta era a sombra
Porque não sabia esquecer a forma.
Há muita gente a quem...
A infância já morreu!
E do S O S dos olhos
Partem mãos dum sonho
O revés duma imagem que se esgueira.
Mas em nós nunca ela!
Sucumbirá. Um virar de página
Um sorriso, uma recusa
Uma vela que se apaga:
Mas nunca! Nunca perderemos o ar...
Sermos inocentes é um vento
Uma aguarela que nos envolve.
A morte cai-nos aos pés...
Como se chama aquela árvore
Ali, seca quase fogo?

É que no fundo, não posso perder-te
E eu sei: resoluta era a sombra
Porque não sabia esquecer a forma.
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